miércoles, 20 de noviembre de 2013

Publicidade substituiu o chicote

A engenhosidade dos exploradores, apelando à publicidade, convenceu muitos de que o trabalho desnecessariamente inteligente.

Quando o planeta é generoso vivemos em uma era de abundância. A terra é fértil, as condições climáticas favorecem o crescimento das plantas ea reprodução dos animais que utilizamos para a alimentação.

Dada essa generosidade do planeta é relativamente fácil de viver, estamos felizes, feliz, relaxado, certo de que tal está morrendo de fome, as condições de vida são tão benigna que a colaboração entre nós torna-se quase desnecessário, uma vez que mesmo os mais vulneráveis ​​têm energia suficiente para acessar o que você precisa para sobreviver.

Como com qualquer coisa viva mais esforço acontece, ninguém vem à mente, (em booms), fazer um trabalho desnecessário. A planta viva e reino animal, funcionam bem quando fazemos o suficiente, no entanto, na espécie humana ocorre algo que nos confunde: algumas pessoas fazem mais do que é absolutamente necessário.

Certamente há muitas causas de ambição desmedida, o acúmulo anormal de riqueza, mas propor uma única (porque não imaginar outros).

Como as empresas cada vez mais foram escravidão suprimir, a ingenuidade de muitas idéias geradas sobre como levar os outros a lutar, para explorar os seres humanos como animais (bois, cavalos, burros).

O talento desses operadores fui à procura de maneiras de convencer os humanos a trabalhar mais sem a pressão do mestre chicoteando seus escravos.

Em outras palavras: como açoitamento foi banido funcionários inventou o flagelo da persuasão, as políticas de recursos humanos.

Minha hipótese é que a engenhosidade dos exploradores, recorrendo à publicidade, convenceu muitos que trabalham mais (ser ambicioso e consumidor) é inteligente.

Nota: O texto original em espanhol (sem tradução do Google):  La publicidad remplazó al látigo.

(Este es el Artículo Nº 2.069)


No hay comentarios:

Publicar un comentario