sábado, 20 de octubre de 2012

Egoísmo e inveja rentável



Criticando a condição humana é tão inútil como crítica adversa fenômenos naturais (chuva, frio, vento).

Em outro artigo (1) usado duas histórias clássicas de quem pretende deixar-nos alguns ensinamentos, alguns conselhos e para resolver algum tipo de doutrinação sobre como deve ser: a história das colheres de cabo longo e história do cão na manjedoura.

A conclusão final do referido artigo diz: "O egoísmo da inveja é o sentimento que anima esses personagens que ajudam os outros, embora pudesse fazê-lo."

Também em outro artigo (2) que disse textualmente: "... não os objetos ou situações que inveja do bem-estar, mas que parece que gosta de ter esses objetos ou situações. "

No geral, as aulas se referir ao egoísmo ea inveja parecem ser de demonizar esses dois sentimentos, ressaltando a conveniência de não inveja e não ser egoísta.

Esses ensinamentos têm o mesmo objetivo que teria uma propaganda oficial destinada a incentivar os cidadãos a pagar prontamente todos os impostos.

Esta propaganda conter frases como "não ser egoísta, pagar todos os impostos", "deixar que a resistência a trabalhar com o Estado", "a maldade dos cidadãos é a única causa da ineficiência dos governantes."

Por outro lado, a propaganda é que precisamos para nos ajudar (ensinar) a conviver com o egoísmo natural de nossos vizinhos e nossos governantes.

Em outras palavras, em vez de dar conselhos a abandonar o egoísmo e inveja, traços inevitáveis ​​na nossa espécie, nós precisamos saber como reagir aos efeitos adversos que podem causar-nos essas características.

Criticando a condição humana é tão inútil como crítica adversa fenômenos naturais (chuva, frio, vento).

Conclusão: o egoísmo rentabilicemos e inveja!

Nota: O texto original em espanhol (sem tradução do Google): Rentabilizar el egoísmo y la envidia.
   


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